quarta-feira, 31 de março de 2010

Coca


Lembrei de uma tia, quando eu li. rsrsrs

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O que acontece quando você ingere Coca-cola

Primeiros 10 minutos:
10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo (100% do recomendado diariamente). Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.

20 minutos:
O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina. O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular).

40 minutos:
A absorção da cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente. Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.

45 minutos:
O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo (fisicamente, funciona como com a heroína).

50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo. As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina, ou seja, está urinando seus ossos, uma das causas das Osteoporose.

60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina. Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam. Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar. Ficará irritadiço. Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.

Pense nisso antes de beber refrigerantes.
Se não puder evitá-los, modere sua ingestão!
Prefira sucos naturais.
Seu corpo agradece!

sábado, 20 de março de 2010

Nossa turma



Um craque do futebol, alucinado pelo Corinthians. Não, não é o Ronaldinho. É o Cascão!

Personagem de Maurício de Sousa, criado em 1961, inspirado em um garoto de Mogi das Cruzes que não gostava de tomar banho. Tem um porco como animal de estimação, um melhor amigo meio careca que fala enrolado e apanha quase todo dia de uma gordinha enfezada.

Ele e sua turma fizeram parte da minha infância. E muitas características desses personagens eu consigo encontrar hoje em grandes amigos meus:

- Tenho um amigo baixinho e gordinho como a Mônica (mas não enfezado), que hoje namora a minha irmã que tem o apetite da Magali e o ciúme da Pipa, melhor amiga da Tina (sem a gordura dela, claro! que fique beeeem claro isso!!!:)).

- Tenho um cunhado Astronauta que vive na lua, casado com a minha irmã que tem a meiguice da Rosinha (namorada do Chico Bento).

- Tenho também um amigo que não é baixinho, mas que já tá bem gordinho, já foi muito enfezado, como a Mônica, e que insistiu muito tempo em ser Do Contra. Hoje é casado com uma doce criatura, linda e cheia de estilo, como a Tina.

- Tenho outro amigo que tem o cérebro do Hiro e dorme como o Fido (cachorro do Chico Bento), que casou com a Aninha (sempre achando que tem muita menina dando em cima do Titi).

- Obviamente, eu não poderia deixar de citar aqui o amigo mais forte da turma, o Paulão (semi-inimigo do Rolo), sempre disposto a dar uma surra em alguém e apaixonado pela Poti (como o Papa-Capim), com quem casou.

- Tenho também a Cabeleira Negra (não pelas madeixas), mas por ser a soberana de todos os piratas espaciais, linda, sedutora e cruel. rsrsrs

- Moro com o Louco, que é casado com a Thuga (não sai do pé do Piteco).

- E sou filho do Dr. Olimpo com a Dona Marocas (professora do Chico Bento, amável, mas exigeeeente).

Bom, se eu tivesse tempo, escreveria durante 3 dias e não terminaria. Até porque a gente sempre vai descobrindo características novas nas pessoas. Algumas, por exemplo, tem mania de Maria Cascuda, que só toma banho de veeeez em quando.

É isso!

ps: foi dar corda pra doido.

Pense BEM


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Katherine estendeu o braço e recolheu um minúsculo grau de areia do piso da varanda, erguendo-o para Trish ver.
- O que me parece - disse ela - é que, basicamente, seu trabalho sobre metassistemas permite calcular o peso de toda areia de uma praia, pesando um grão de cada vez.
- Basicamente, é isso mesmo.
- Como você sabe, esse grãozinho de areia tem uma massa. Muito pequena, mas mesmo assim uma massa.
Trish aquiesceu.
- E justamente por esse grão de areia ter uma massa ele exerce uma força de gravidade. Ela também é pequena demais para ser sentida, mas existe.
-Certo.
- Então - disse Katherine -, se nós pegarmos trilhões de grãos de areia como este e deixarmos que atraiam uns aos outros para formar, digamos, a lua, a força da gravidade combinada deles será suficiente para mover oceanos inteiros e fazer subir e descer marés por todo o nosso planeta.
Trish não sabia aonde Katherine pretendia chegar, mas estava gostando do que ouvia.
- Então vamos elaborar uma hipótese. - falou Katherine, descartando o grão de areia - E se eu dissesse a você que um pensamento, qualquer idéia minúscula que se forme na sua mente, possui uma massa? E se eu lhe dissesse que um pensamento é uma coisa de verdade, uma entidade mensurável, com uma massa mensurável? Minúscula, é claro, mas ainda assim uma massa. Quais seriam as implicações disso?
- Hipoteticamente falando? Bem, as implicações óbvias seriam: se um pensamento tem massa, então ele exerce uma força de gravidade e pode atrair coisas para si.
Katherine sorriu.
- Você é boa. Agora avance mais um pouco. O que acontece se muitas pessoas começam a se concentrar no mesmo pensamento? Todas as ocorrências desse mesmo pensamento passam a se consolidar em uma só, e a massa acumulada dele começa a aumentar. Portanto, a sua gravidade aumenta.
- Certo.
- O que significa que... se um número suficiente de pessoas começar a pensar a mesma coisa, então a força gravitacional dessa idéia se torna tangível e exerce uma força de verdade. - Katherine deu uma piscadela - E ela pode ter um efeito mensurável no nosso mundo físico.

----- (...)

O pensamento humano pode literalmente transformar o mundo físico.

Pense BEM.

* Trecho retirado do livro O Símbolo Perdido, de Dan Brown.

domingo, 14 de março de 2010

O vício do ser humano


Sempre que as coisas estão indo bem, logo vai subindo em nós uma inquietação, um prurido, uma agonia e, rapidamente, arrumamos um conflito. Seja dando ouvido a uma fofoca qualquer; seja se ofendendo nas entrelinhas da fala de alguém; ou mesmo se envolvendo com coisas/pessoas que a nossa consciência já nos provou serem danosas à nossa saúde.

Isso porque o ser humano é viciado em problema. O vício (remetido erroneamente apenas ao uso de drogas) é um grave defeito que torna uma pessoa inadequada para certos fins ou funções, segundo o Aurélio. Ele tende a encobrir as nossas necessidades mais íntimas, às vezes inconfessáveis, que não sabemos como satisfazê-las. E acaba sendo menos doloroso envolver-se com ele do que expor as nossas carências. Então, faz-se do vício, ao mesmo tempo, tanto uma fuga da realidade como um analgésico para as nossas dores mais obscuras.

A família desenvolve um papel fundamental, pois a fraqueza de um é compensada pela força do outro. É nela que a gente tem que encontrar o equilíbrio pra superar a dificuldade, mesmo que esta seja ser viciado em conflito. Uma família unida, equilibrada e divina por assim dizer, é a nossa maior fonte de prudência. Cabe a nós, então, reconhecer quem são os nossos familiares (seja de sangue, seja de crença, seja de espírito), e quais são as obras de Deus na nossa vida.

Pra quem ainda está confuso, basta lembrar que Deus é Deus de paz, e não de confusão.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Desertor da trincheira do direito


Desertor da trincheira do direito

Miguel Peixoto

A partir desse momento

Não lhe preocupam mais

As lides processuais

Prescrição, depoimento

Queixa crime, julgamento

A sentença e seu efeito

Quem é o juiz do feito

Qual é da súmula o teor

Você é um desertor

Da trincheira do direito


Não impetra mais ação

Data venia não diz mais

Embargos também não faz

Nem faz impugnação

Mandado de injunção

Por você não será feito

Não se declara suspeito

Nem contra nem a favor

Você é um desertor

Da trincheira do direito


Precisa a sociedade

De ação reipersecutória

Ordinária, rescisória

Ou dissecção da verdade

De quem peça a nulidade

Ante o contrato imperfeito

De quem exija o respeito

Ante o agente agressor

Mas você é desertor

Da trincheira do direito


Você correu da tribuna

Não respondeu ao libelo

Em vez de Bernardes Melo

Você hoje lê Fábia Luna

Fala com Ricardo Prona

Não usa disputa ou pleito

Trata de exame e leito

E de vasodilatador

Você é um desertor

Da trincheira do direito


Você trata de embolia

De enxerto arterial

Fala em drenagem pleural

Em estase e isquemia

Já em deontologia

Mostra que o médico é sujeito

Ao código de ética aceito

Ao qual não pode se opor

Você é um desertor

Da trincheira do direito


Sobre Evandro Lins não fale

Um piauiense douto

Não fale em Vilela Souto

Sobre Rui Barbosa cale

Não cite Miguel Reale

Um acadêmico insuspeito

Um jurista de conceito

Poeta e educador

Que você é desertor

Da trincheira do direito


Hoje o que mais o seduz

Não é show, teatro ou cine

É ler Euclides Zerbini

É falar de Oswaldo Cruz

Seu negócio agora é SUS

Angina que ataca o peito

Já está ficando afeito

A tratar com morte e dor

Você é um desertor

Da trincheira do direito


Nem ações nem desavenças

Salvo ações auxiliares

Como as médico-hospitalares

Pela cura das doenças

Nada de acórdãos, sentenças

Ou de juiz contra feito

Ao condenar um sujeito

Por falha do defensor

Você é um desertor

Da trincheira do direito


Nova bandeira desfralda

Dessa vez a da saúde

Mas saiba do ataúde

A vida se desgrinalda

Nada pode a esmeralda

Quando o caso não tem jeito

A morte leva de eito

Qualquer um seja quem for

Até você desertor

Da trincheira do direito


Ao menos guarde o rubi

Esta insígnia vermelha

Que lhe serviu de centelha

No seu tempo de Davi

Lutando aqui e ali

No combate ao preconceito

Disseminando o preceito

Da justiça e do amor

Que você é desertor

Da trincheira do direito

Agora em silêncio

(...)

No mundo de cá, as relações se dão na superfície. Eu fico sobre uma pedra no rio e, enquanto você estiver na outra, saudável, amoroso e alto-astral, nós nos amamos. Se você afundar, eu não mergulho para te dar a mão, eu pulo para outra pedra e começo outra relação superficial. Mas o que pode ser mais arrebatador nesse mundo do que o encontro entre duas pessoas? Para mim, reside aí todo o mistério da vida, a intenção mais genuína de um abraço. Encontrar alguém para encostar a ponta dos dedos no fundo do rio - é o máximo de encontro que pode existir, não mais que isso, nem mesmo no sexo. Encostar a ponta dos dedos no fundo do rio. E isso não é nada fácil, porque existem os dragões do abandono querendo, a todo instante, abocanhar os nossos braços e o nosso juízo. Mas se eu não atravessar isso agora, a minha arte será uma grande mentira, as minhas histórias de amor serão todas mentiras, o meu livrinho será uma grande mentira porque neles o que impera mais que tudo é a lealdade, feito um Sancho Pança atrás do seu louco Dom Quixote, é a certeza de existir um lugar, em algum canto do mundo, onde a gente é acolhido por um grande amigo. É por isso que eu tenho de ir. E porque eu não quero passar a minha existência pulando de pedra em pedra, tomando atalhos de relações humanas. Eu vou mergulhar com o meu amigo, ainda que eu tenha de ficar em silêncio, a cem metros de distância. Eu e o meu boneco de infância, porque no meu mundo a gente não abandona sequer os bonecos que foram nossos amigos um dia.

Agora em silêncio, tentando ensinar dragões a nadar.

Texto atribuído a Rita Apoena.

Texto completo: Link

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O Juramento



Doutores em humilhação

Agredir e insultar um homem a caminho do trabalho é obviamente inaceitável. Pior quando os agressores estudam medicina

Debora Diniz* - O Estado de S.Paulo


Três rapazes agridem um senhor em uma bicicleta com um tapete de carro. A força do impacto leva o homem a se desequilibrar e cair da bicicleta. Excitados pelo impulso sádico, os rapazes teriam gritado "ô, nego". Um grupo de testemunhas denuncia os rapazes à polícia. Eles são presos, o que poderia ser considerado um desfecho justo ao ritual de humilhação racial e de classe. Mas o Centro Universitário Barão de Mauá, no interior de São Paulo, decidiu também expulsá-los do curso. Eles estudavam medicina.

O que há de tão grave nessa história, além da injúria racial e da agressão física a um homem inocente a caminho do trabalho? O fato de os três rapazes estudarem medicina. Esses são desvios inaceitáveis para qualquer cidadão, mas particularmente inquietantes quando seus autores são futuros médicos. Há um espaço simbólico reservado ao médico em nossa vida social: a ele cabe o conforto, a escuta e o cuidado. Há uma expectativa de acolhimento universal que não distingue cor, idade, sexo ou religião. Um pacto silencioso de confiança é o que nos move ao entrar em um consultório médico: aquela pessoa de branco diante de nós está ali para cuidar de nosso medo da morte.

Dos médicos se espera mais do que o simples cumprimento das regras fundamentais da cidadania: é preciso uma consciência ética sobre o lugar sagrado que socialmente lhes é reservado. Por isso, não pode haver médicos racistas, sexistas ou violentos. As crenças privadas de um médico são simplesmente seus valores sobre o bem viver, o que não lhes confere nenhuma autoridade para julgar ou reprimir moralmente seus pacientes. Um ginecologista, por exemplo, não tem o direito de expressar suas inquietações homofóbicas ao atender uma paciente lésbica, assim como um obstetra de um hospital público, na ausência de colegas que o substituam em um plantão, deve atender uma mulher com autorização para o aborto legal. Esses encontros atualizam a consciência ética que todo médico deve ter ao exercer a medicina.

O homem da bicicleta foi humilhado pelos três rapazes que acreditavam ser divertido agredir ou assustar pessoas a caminho do trabalho. O exercício da humilhação é um instrumento de poder dos fortes e os médicos são indivíduos com poder sobre o corpo vulnerável de um paciente. Mesmo que não estivessem ainda no exercício da medicina, os rapazes testavam os limites das vantagens conferidas pela desigualdade de classe e de raça que contornam nossa vida social. Se um dia vierem a ser médicos e ainda distantes da consciência ética sobre a dor do outro, eles terão outros homens da bicicleta como pacientes e diante deles expressarão semelhante desprezo. Certamente, não mais os agrediriam com um tapete nas costas, mas com a indiferença pelo sofrimento.

Muito se fala na humanização da medicina e das outras profissões de saúde. Essa expressão é uma forma simples de traduzir alguns dos valores fundamentais que devem acompanhar a formação ética dos futuros médicos. Um bom médico não é apenas aquele que se atualiza nas técnicas e conhecimentos sobre sua especialidade, mas é principalmente aquele que se aproxima de seu paciente e é capaz de entender as sutilezas do seu sofrimento. O reconhecimento do papel simbólico do médico está diretamente relacionado ao exercício desses atributos. Por isso, no sentido mais clássico da expressão, um bom médico exercita a nobreza de caráter.

A expulsão do curso de medicina não deve ser entendida como um ato de vingança ou de duplo castigo. Os rapazes foram submetidos a duas ordens de julgamento. A primeira foi penal e resultou na prisão temporária e no pagamento da fiança pela agressão. A segunda foi ética e anuncia um sinal importante dado por aqueles que se preocupam com a formação dos futuros médicos - há valores fundamentais à consciência ética de um médico e um deles é o respeito ao humanismo. A decisão da faculdade em expulsá-los indica que, apesar da intensa mercantilização da medicina, a ética importa para a formação médica.

Há vários desafios éticos na formação das novas gerações de médicos. O modelo brasileiro de saúde pública se vê continuamente ameaçado pela sedução mercantil da medicina dos desejos, como é o caso das cirurgias estéticas. A medicina deve ser uma prática que reconhece a universalidade da condição humana e não simplesmente o poder de consumo de seus pacientes. O medo da morte e as fragilidades que nos acompanham são parte de nossa condição humana compartilhada e desconhecem qualquer diferença que nos situem como trabalhadores negros ou estudantes brancos de uma faculdade privada.

* Antropóloga, professora da Universidade de Brasília e pesquisadora da Anis: Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Coming back



I´m coming back home!

Uhuuu!!!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Reação


Vivemos em tempos de dores. As catástrofes, as guerras e as aberrações estão se tornando cada vez mais frequentes. A natureza (me refiro também às relações humanas, afinal de contas nós somos natureza) está reagindo. Terremotos, enxurradas, tsunamis e o que é pior, a falência do bem maior que nós temos: a família. E o ser humano se vê num dilema: morrer de uma tragédia ou viver nesta penúria. Sem saber o que é melhor. Não me encanta essa visão catastrófica, quase terrorista da vida. Mas é preciso refletir sobre como cada um de nós vivenciamos esta experiência; como cada um de nós se relaciona com o que está ao nosso redor.

Hoje pense como é sua relação com as pessoas e com o planeta. Será que a sua contribuição, o seu legado é construtivo ou destrutivo? Fortaleça a sua religiosidade, porque o Haiti é só o princípio das dores, mas Mateus é muito claro ao dizer que "aquele que perseverá até o fim será salvo."

O que está no fim é o mundo como a gente vê, e não o planeta que a gente vive.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Aos Sábados



Os sábados valiosos estão voltando.

_o/

sábado, 9 de janeiro de 2010

Alvo



Objetividade gera êxito!

Sinceridade gera afeto!

* foto de Miguelito

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Ano novo, esperança velha



"... não sinto pena dessa minha crença absurda, dessa fé infantil, dessa ingenuidade inata. Melhor do que ser um pessimista que dedica sua vida a duvidar dela. Melhor do que ser um cético que não muda de dor e não sente a súbita vontade de cantar no banho. Não sou daqueles que crê até que se prove o contrário. Creio em tudo mesmo quando já se provou o contrário. Surge uma esperança vã e ela toma conta de meus papéis e dos clipes. Uma palavra alegre que complementa o aceno e já penso que posso fazer amizade ..."

O maior encanto de uma criança é sua esperança. Ela crê em tudo o que vê e no que não vê também. Isso lhe confere uma pureza de espírito que a experiência da vida vai nos tirando impiedosamente, afinal de contas não há trauma maior do que o cansaço. É admirável quem consegue manter-se crente antes de tudo. E é isso que eu desejo para este ano que se forma agora: esperança.

Creia que é possível realizar seus sonhos.
Creia que existe muita coisa boa neste mundo.
Creia que existe muita coisa boa em você.
Creia que há um significado maior para tudo nesta vida.
E creia, antes de tudo, em Deus.

"Podes me subtrair o amor, a paixão, o emprego, mas a esperança não. Minha esperança é intocável."

Um bom ano a todos!

* foto de Amanda Simões

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Into the Wild



"Happiness is only real when shared."

Filme profundo. Eu recomendo.

Título em português: Na natureza selvagem.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Sentindo


(...)
Por isso, qualquer sentimento é bem-vindo, mesmo que não seja uma euforia, um gozo, um entusiasmo, mesmo que seja uma melancolia.
Sentir é um verbo que se conjuga para dentro, ao contrário do fazer, que é conjugado pra fora.

Sentir alimenta, sentir ensina, sentir aquieta. Fazer é muito barulhento.

Sentir é um retiro, fazer é uma festa. O sentir não pode ser escutado, apenas auscultado. Sentir e fazer, ambos são necessários, mas só o fazer rende grana, contatos, diplomas, convites, aquisições. Até parece que sentir não serve para subir na vida.

Uma pessoa triste é evitada. Não cabe no mundo da propaganda dos cremes dentais, dos pagodes, dos carnavais. Tristeza parece praga, lepra, doença contagiosa, um estacionamento proibido. Ok, tristeza não faz realmente bem pra saúde, mas a introspecção é um recuo providencial, pois é quando silenciamos que melhor conversamos com nossos botões. E dessa conversa sai luz, lições, sinais, e a tristeza acaba saindo também, dando espaço para uma alegria nova e revitalizada. Triste é não sentir nada.

Martha Medeiros

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Mas, as vezes, o sentir é tão grande que é impossível conjugá-lo pra dentro. Não cabe!

sábado, 26 de dezembro de 2009


Minha banda!

We Rock!!!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Parabéns, Loira!


Só pra deixar registrado a minha admiração a essa loira tão linda que finalizou uma parte importantíssima de sua vida!

Dizem que irmãos são os amigos que Deus escolhe pra gente, e que amigos são os irmãos que a gente faz. Tu és os dois pra mim!

Que Deus te abençoe e te proteja nessa vida que está iniciando agora!

Tu mereces!

Um beijo grande!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Chocolate


Uma pesquisa recém-publicada pelo periódico científico Journal of Proteome Research demonstra que o chocolate amargo reduz os níveis dos hormônios do estresse (ex: corticóide, adrenalina) em indivíduos que se sentem muito estressados. Os voluntários do estudo consumiram 40g diários de chocolate com teor de cacau de 74% por duas semanas.

E por que o chocolate tem esse poder de reduzir o estresse? O chocolate, especialmente o amargo, tem propriedades que fazem nosso cérebro apaixonar-se facilmente por ele. É um alimento com alto teor de carboidrato e gordura, com grande poder de estimular nossos centros cerebrais relacionados ao prazer e à sensação de nos sentirmos recompensados. Contém ainda farta concentração de substâncias chamadas de aminas biogênicas (ex: teobromina, feniletilamina, cafeína e tiramina), que também têm alto poder de estimular nossos centros de recompensa, assim como a liberação de neurotransmissores, como dopamina, serotonina e endorfina. O chocolate possui outras substâncias que podem estar associadas ao prazer: triptofano que é precursor do neurotransmissor serotonina e a anandamida que se liga aos mesmos receptores em que a maconha exerce seus efeitos no cérebro. O chocolate ainda faz com que a anandamida produzida pelo nosso próprio cérebro tenha efeito mais duradouro.

Mas os efeitos vão muito além do prazer e da redução do estresse. Sabemos hoje que o consumo de chocolate amargo promove uma série de outros efeitos benéficos ao nosso corpo pelo seu alto teor de flavonóides, as mesmas substâncias que fazem a boa fama dos chás, frutas e verduras. Entre os inúmeros bons efeitos já descritos temos: 1) aumento dos níveis de óxido nítrico, considerado um dos principais combustíveis para a saúde dos nossos vasos sanguíneos; 2) redução da agregação das plaquetas, ação que é igual à da aspirina; 3) aumento dos níveis do HDL – nosso colesterol bom – entre outras ações antioxidantes; 4) redução de marcadores de inflamação – lembrando que aterosclerose é igual a inflamação; 5) redução da resistência à insulina, facilitando sua ação nas células; 6) aumento do fluxo sanguíneo periférico (nos membros) e nas artérias do coração; 7) redução da pressão arterial; 8) aumento do fluxo sanguíneo cerebral e/ou atividade neuronal durante uma tarefa cognitiva. E os efeitos chegam até à pele, com aumento de sua microcirculação sanguínea e maior nível de fotoproteção.

Vale lembrar que não é fácil adaptar 50-100g de chocolate diários em nosso cardápio devido ao seu alto valor calórico. A boa notícia é que muitos estudos revelaram efeitos positivos do chocolate amargo mesmo em baixas doses, como um a dois quadradinhos por dia.

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Fonte: ConsCiência no Dia-a-Dia

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Rotina

Descobri o romantismo que há no dia a dia. Sou um bicho feito de pura rotina.

Gosto de acordar cedo e ver que o dia vai ser cheio. Me enche de entusiasmo mais que uma viagem a Veneza.

Gosto de banho gelado e de café bem quente. Prepara meu corpo e minha alma pra batalha do dia.

Gosto de aprender a ciência que estudo. O medo da responsabilidade que ela me dá é desafiador.

Gosto de almoçar com os amigos, ou receber uma mensagem pelo celular. Me emociona mais que um lindo presente.

Gosto de viver ocupado. Me traz paz de espírito maior que um retiro aos recônditos do mundo.

Gosto de saber que no final do dia estarei ao lado de quem eu prezo. Me conforta o coração.

Gosto de ter certeza que Deus está comigo em todos os meus passos. Me dá ânimo pra seguir em frente.

Gosto de jantar acompanhado de um bom papo. Me seduz mais que mil beijos.

Descobri que ser romântico é ver na rotina um jantar à luz de velas.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Dia do Combate à AIDS



Dia 1º de dezembro é o Dia Mundial do Combate à AIDS. Esse é o dia em que parte do mundo volta seus olhos para uma questão que está presente o ano inteiro.

E ela anda muito mais perto do que você pode imaginar!

Acredite nisso! Conscientize-se!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Fagner


Ontem no show de Fagner até São Pedro tava sofrendo... rsrsrs

Mas eu não!